Com amor, Ana Flávia Fernandes.
Por isso, vou dar 5 dicas para evitar que essas situações aconteçam.
Quando repassamos essa tarefa para o filho, colocamos eles em um lugar desconfortável de mulheres em busca de um encontro ter que tomar partido de um ou de outro.O que dificulta ainda mais a construção desse novo formato de relação com o(a) pai/mãe.Não envie recados através do filho: se você está desconfortável para falar sobre algum assunto com o(a) pai/mãe use outras ferramentas como a mensagem de celular ou e-mail.Aqui o cuidado é com o excesso de perguntas para saber todos os detalhes.Ela está construindo uma nova relação com o(a) pai/mãe, por isso, devemos evitar ao máximo falar sobre atitudes do(a) pai/mãe na frente da criança.Colocar esse amor pelo filho em primeiro lugar, abre espaço para a conversa entre homem e mulher acontecer.O maior desafio é quando se tem filhos, já que mesmo separados, existe um elo(filho) que liga o pai e mãe para sempre.Apesar de feridos, são capazes de perceber que o bem estar dessa criança é um objetivo em comum, porque existe algo mais importante acontecendo: o desenvolvimento completo de um filho amado pelos dois.Quando isso acontece podemos ver crianças tranqüilas, seguras de que continuam sendo amadas pelo pai, pela mãe e capazes de se adaptar a novas situações de forma brilhante.Como conseqüência dessa atitude, vemos crianças na posição de juiz, ansiosas e com sentimentos contraditórios.Para auxiliar nesta jornada é importante cuidarmos para que a criança não se torne alvo de disputa ou depósito da frustração dos pais.Se agir de forma inadequada lugar de encontro de sexo charente como pai/mãe, o filho vai perceber quando tiver maturidade para isso.Um ex marido/esposa ruim pode ser um bom pai/mãe: podemos conversar com a criança sobre nossos sentimentos, mas devemos cuidar para não induzir o que ela deve pensar sobre o(a) pai/mãe.
Evite interrogatórios: quando o filho vai para a casa do(a) ex, assim como para qualquer outro lugar que não estavam juntos, é natural ter interesse pelo o que a criança fez, se ficou bem e se divertiu.
A separação conjugal é um momento bastante delicado para todos os envolvidos, pois quando as pessoas se casam, elas se amam, querem ficar juntas, fazem planos em comum e não costumam pensar na possibilidade do divórcio.




Ele(a) pode ter agido de forma inadequada no relacionamento amoroso, mas é pai/mãe.Os filhos não devem viver a situação conjugal: muitos pais e mães costumam falar com os filhos sobre as situações que geraram a separação, por exemplo: seu pai me abandonou, ou então, manifestar seu sofrimento para o filho sua mãe é uma louca.Enquanto esta separação é somente do casal, os desafios são menores, cada um junta os seus cacos e segue em frente.Marido e mulher podem se separar, mas pai e mãe serão necessários para a criança por toda a sua vida.As crianças já estão com suas próprias dificuldades sobre a separação dos pais, então, nosso desafio é transmitir somente o que diz respeito ao relacionamento entre pai e filho e mãe e filho.O desrespeito, brigas constantes, comunicação inadequada e muitos outros fatores podem contribuir para a separação de um casal.Então, quanto melhor for a relação do casal separado, mais saudável será o desenvolvimento do filho.
Ao agirmos dessa forma, a criança pode se sentir um espião e ficar ansiosa com o leva e traz de informações.
É natural que neste processo de separação os adultos se sintam feridos, magoados e muitos desafios podem surgir.

O que fazer para se dar bem na cama?


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