A conseqüência disso é que a média da contatos com mulheres quito população global é de 101 homens para 100 mulheres.
Brasil tem 6,3 milhões de mulheres a mais que homens.
Mulheres são maioria no Brasil, e Sudeste tem a maior diferença.Nas últimas décadas, como é possível verificar na tabela abaixo, a mulher tem conquistado uma maior autonomia social, sendo cada vez mais comum mulheres chefiando famílias e o seu ingresso no mercado de trabalho.Apesar dessa significativa melhora na situação da mulher no país, a desigualdade de gênero e a violência contra a mulher ainda estão presentes no país.Atualmente é cada vez mais comum o ingresso da mulher no mercado de trabalho, inclusive em áreas consideradas estritamente masculinas.A explicação para esse desequilíbrio está na maior mobilidade dos espermatozóides que carregam o cromossomo Y, que define o sexo masculino.E, em muitos países, inclusive no Brasil, há mais mulheres do que homens.O curioso é que estudos científicos recentes revelaram que, numa ejaculação média, existem mais espermatozóides com o cromossomo X, que determina o nascimento de meninas, do que com.Essa diminuição resulta da intensa redução das taxas de natalidade, envelhecimento da população, aumento da expectativa de vida do brasileiro e maior participação social da mulher no país.De acordo mulher procura homem dizer turim com o censo do ibge, em 2010, o percentual de mulheres era 51, enquanto o de homens era de 49 do total da população brasileira.Comparação entre a participação social da mulher e a do homem, em 1980 e 2014, de acordo com o ibge.




Participação social da Mulher, outra mudança que afeta a população feminina do Brasil é a sua maior participação social.Com relação à violência contra a mulher, de acordo com uma notícia veiculada.Por fim, no Centro-Oeste, há 7,7 milhões de mulheres e 7,5 milhões de homens uma leve diferença de 200 mil mulheres a mais.Estadão, o Brasil ocupa o 7 lugar em um ranking de 84 países sobre a quantidade de homicídios de mulheres, apresentando cerca de 4,4 assassinatos a cada grupo de 100 mil mulheres.Essa maior participação social da mulher tem colaborado para a redução das taxas de fecundidade e natalidade no país.Por essa razão, é necessário intensificar as medidas de proteção para reverter esses números tão assustadores com relação à violência contra a mulher no país.No entanto, essa diferença subiu em quase 600 mil pessoas e agora o País tem 6,353 milhões de mulheres a mais do que homens, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2014, divulgada pelo ibge (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira.Essa desigualdade quantitativa entre os gêneros ocorre principalmente em virtude da maior expectativa de vida feminina e da maior mortalidade de jovens do sexo masculino.
A população brasileira é de 203,2 milhões de habitantes, sendo 98,419 milhões de homens (48,4 do total) e 104,772 milhões de mulheres (51,6).


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